HAVING FUN!

                              Entretenimento para Adultos

  HAVING FUN! é um novo modo de reunir pessoas para passarem juntas um tempo divertido, aquecendo o coração e iluminando a sala.  Você pode conversar, debater, jogar, rir, cantar e discordar – e, de repente, até descobrir que também está aprendendo.

                         Qual a origem do universo, como mudar o outro, quem acredita em mau-olhado, a guerra do Iraque, salvar o meio ambiente ou as pessoas, como se livrar da TV, são exemplos de temas que poderão rolar na reunião.  

 

 

 

 

 

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ANIMAÇÃO SOCIOCULTURAL: Marga Moura Egypto

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PALESTINA 1

Entre os dias 23 e 30 de janeiro do corrente, rolaram várias correspondências no Painel da Folha de São Paulo sobre a situação na Palestina, a partir de um artigo do Editorial, intitulado Gaza, novamente.  E é muito interessante você assistir a um debate infinito, inócuo, na minha opinião, muito inócuo, entre os diferentes leitores, a respeito de quem tem mais razão, se Israel ou os palestinos, sobre quem iniciou essa situação, se Israel ou os palestinos ou, ainda, a quem a Palestina pertenceu primeiro, se a Israel ou aos palestinos.

 

O curioso é que ambas as partes têm razão, pois se você se puser a desfiar o que fez um lado e como revidou o outro; ou como começou o outro lado e esse de cá revidou – verá que todos têm uma certa razão, porque há séculos a Palestina existe e foi cenário de infinitas lutas entre todos os que por lá passaram, sendo que, ora, venciam os babilônios, ora, os filisteus, ora, os egípcios, ora, os israelitas, ora, os árabes, ora, os turcos, ora, os ingleses...

 

A mim me parece que é preciso trazer o debate para os dias de hoje, suprimindo-se as acusações recíprocas. Há um estado de injustiça estabelecido, que é grave, porque afeta muita gente que sofre. E ater-se ao que já está, ao que existe, ao que foi criado, para, a partir daí, encontrar possíveis soluções. Quem tem poder, por menor que seja, tenta impor suas exigências à outra parte.  E, o que é igualmente grave, há os grupos terroristas que detêm o poder pela força das armas e dos mísseis e não aceitam a discussão pela via diplomática.

 

Os palestinos alegam que já moravam lá, quando chegaram os israelenses.  Os israelenses alegam que foram recebidos a bala, na Palestina, onde também tinham o direito de residir.  Os palestinos dizem que se defendem com armas e mísseis e homens-bomba e guerrilhas porque, caso contrário, seriam engolidos sumariamente pelos israelenses.  Israel, por seu turno, alega que os contra-ataques palestinos são desafios que os israelenses não podem ignorar.  E, pelas razões de uns e pelas razões de outros, as importunações, as exigências, os preconceitos, o ódio recíproco, os atropelamentos físicos, psicológicos, religiosos, políticos, econômicos, se sucedem. 

 

Quem porá fim aos conflitos?  Quem exercerá uma liderança suficiente para impor respeito a essa região do planeta que se digladia entre si?  Os Estados Unidos, com W. Bush?  O novo Estados Unidos, com a vitória de um/uma novo/nova presidente?  Um republicano ou um democrata terá energia, força política, liderança suficiente para pôr um basta nisso?

 

Aguarda-se e torce-se pela decisão diplomática que redistribua as terras palestinas entre israelenses e palestinos.  Mas parece que os grupos terroristas organizados não deixam isso acontecer.

 

Até segunda-feira próxima, com novos comentários sobre a guerra na Palestina.  Venha comigo!

margamourablogadora




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