ESCREVER CONTOS, ESCREVER HISTÓRIAS

Escrever contos é diferente de escrever fatos reais da História.  Em 2007, me dei muito bem com os planos que tracei e executei.  Agora, estou numa grande dúvida para escolher o lado que irei prefererir: volto para a Palestina e para a guerra do Iraque, aonde minha cabeça sempre esteve, ou fico neste terreno do imaginativo e dos contos de ficção?

A Giovana já se pronunciou a respeito, na semana passada.  E você, o que gostaria que eu fizesse?

Um grande abraço,

blogqueéquasediário // témerececomentário

Saudações

Maria,

Muito simpático seu comentário a respeito das Sessões Animadas.  São reuniões de duas ou três horas, em que reúno um grupo de adultos para conversar, cantar, declamar uma poesia ou fazer um jogo de lápis e papel.  São muito divertidas.  Estou oferecendo essa atividade a grupos organizados de adultos de São Paulo e do interior paulista, para que eles patrocinem a reunião e eu entre com o know-how.

Apareça mais vezes no blog,

Um abraço,

margamourablogadora // rimatambémcomescritora

CONTANDO HISTÓRIAS

Está na hora de retomar uma tarefa antiga, que executei até2003: uma atividade de Animação Sociocultural de adultos, em que a gente debate, faz jogos de lápis e papel, canta, entrevista os participantes ou faz uma dramatização. Sempre gostei do papel de Animadora e pretendo retomá-lo agora, trabalhando com grupos de adultos, ao redor de 30 ou 40 pessoas.

 

 Passei a chamar essas sessões de Having Fun! – Entretenimento para adultos e, de agora em diante, pretendo introduzir a contação de histórias.  Estão tão na moda, não é mesmo?  Eu sempre contei casos, geralmente daqueles que aconteceram comigo, divertidos, que fazem as pessoas rirem.  Mas contar histórias é outra coisa.

 

Já aprendi que se pode proceder de três maneiras diferentes: ler uma história, contar uma história e dramatizar uma história.  Cada modalidade tem sua especificidade e o contador/contadora precisa ser bastante hábil, para levar adiante uma atividade que só faz sentido se for bem-feita e conseguir emocionar e manter a atenção do público ouvinte.

 

Estive lendo o livro Acordais, da Regina Machado, que é uma das especialistas no assunto, e gostei muito. Busquei um pouco de ajuda, também, na Internet e encontrei um material interessante.  Só para começar.  Se continuar a pesquisa, vou encontrar muito mais.

 

Há as lendas, os contos populares, os contos/crônicas da literatura e os casos da História real.  Você pode escolher um texto que tenha a ver com a população que está atendendo, que lhe pareça que vai ser bem apreciado. Mas será necessário ensaiá-lo em casa, várias vezes, para que não pareça que se está improvisando na frente da platéia.  E, também, não pode ser um texto longo.

 

E você – tem experiência em contação de histórias, para crianças, jovens ou adultos?  Se quiser opinar a respeito, aproveite o espaço!

 

Sexta-feira tem mais.  Venha comigo!

 

margamoublogadora // rimatambémcomescritora

BATE-PAPO NA SEGUNDA-FEIRA

Olá, meus leitores prediletos,

Conforme vocês devem ter percebido, dei um salto estupendo da política internacional para uma tentativa de escrever crônicas ou contos curtos.  É uma experiência que estou fazendo neste mês de janeiro, que costuma ser um mês dedicado ao lazer, às férias, à boa-vida.  Assim, descontraída, até posso me dar ao luxo de ensaiar crônicas ou contos curtos.

Na verdade, estou tentando imitar a Marina Colasanti, que, na minha opinião, é uma das melhores escritoras brasileiras, dada sua habilidade em tecer histórias, crônicas, contos curtos.  É incrível a maneira como ela escreve.  Então, eu tento imitá-la, embora meus contos cursos desta semana que passou tenham ficado bem aquém de qualquer comentário.

Muitos leitores se queixaram dos meus escritos a respeito do fundamentalismo religioso, dizendo não terem nada para opinar, por ser um assunto pouco conhecido.  Será que se eu escrevesse sobre coisas do dia-a-dia haveria maior aceitação?

Em fevereiro, pretendo retomar meus estudos sobre os conflitos na Palestina.  É uma luta insana, estão nisso há décadas, guerrilhas de guerrilhas, muita gente morrendo, quem porá fim a isso um dia?  Portanto, a partir de fevereiro, voltarei com meus temas de política internacional.

Por enquanto, porém, continuarei a brincar de Marina Colasanti.

Até quarta-feira.

margamourablogadora // rimatambémcomescritora




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